“Letramento de Reexistência” foi tema do Sarau promovido na última sexta-feira (13) pela ONG Vida Breve, do bairro Santa Maria, em Taquara. O evento comemorativo ao aniversário de 28 anos do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) contou com apresentações de hip hop, poesias e música e integrou as atividades da SemanECA, que ocorreu de 9 a 13 de julho. As ações foram promovidas por entidades ligadas às causas da criança e adolescente, como o Lar Padilha, AABB Comunidade, Instituto Vitória / Essence Jiu Jitsu, Conselho Tutelar, APAE e ONG Vida Breve.
Durante o Sarau, a comunidade se fez presente, bem como amigos e parceiros da entidade. Segundo o idealizador da ONG, o professor Airton Ademir Schirmer, a adesão das famílias ao evento, surpreendeu. “Nunca tivemos, em um único evento, tantos familiares presentes. Estamos muito felizes”, comemora Schirmer.
Muitas apresentações emocionaram e envolveram quem prestigiou o evento. Adilson Rodrigues e Thiago Charão representando o Instituto Vitória, apresentaram a música “Dias Melhores”, da banda Jota Quest. A cantora gospel Magda Ester comoveu o público cantando três canções. O escritor Doralino Souza também foi um dos convidados, apresentando suas crônicas a quem participou do sarau. Outro destaque foi o cantor e compositor gaúcho, Zé do Belo, abrilhantando o evento com o estilo brasileiro de suas canções.
A aluna do Ensino Médio do Colégio Theóphilo Sauer, Rochele Silva, também participou com a apresentação de um poema; bem como a vereadora e professora Mônica Facio, que conduziu um texto de Hannah Arendt. O Sarau, da ONG Vida Breve, ainda contou com um texto apresentado pela diretora da Escola Municipal de Ensino Fundamental Doutor Alípio Alfredo Sperb, professora Vilma Sant’ana Bastos, e uma reflexão sobre o valor do tempo, com a diretora de teatro Sabrina Tesôto.
Durante todo o sarau, integrantes do Grupo Aprendizes, da ONG Vida Breve, intercalaram poesias e hip hop, demonstrando a todo momento, o objetivo principal do evento, segundo o professor Airton Schirmer. “Aqui não vamos falar do ECA, vamos demonstrar com ações e atitudes o que o ECA nos trouxe a 28 anos atrás, os direitos e a proteção à criança e o adolescente”, destacou o professor.






