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Prefeitura de Taquara encaminhará nova licitação para UPA em 2017

A Prefeitura de Taquara admitiu que encaminhará uma nova licitação para a retomada da construção da Unidade de Pronto-Atendimento (UPA)

A Prefeitura de Taquara admitiu que encaminhará uma nova licitação para a retomada da construção da Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) 24 Horas. Mas, este procedimento será realizado apenas em 2017. A informação foi prestada pelo secretário de Planejamento, João Luiz Ferreira, em entrevista ao programa Painel 1490, da Rádio Taquara, na semana passada. Segundo ele, a administração recebeu, no último dia 5, do Ministério da Saúde a autorização para a paralisação da construção, até a realização de nova licitação.

 

Como a Prefeitura informou no começo deste ano, o contrato para a construção, firmado ainda no governo do ex-prefeito Délcio Hugentobler, foi rescindido com a empresa Biomina Urbanizadora, que teve dificuldades para tocar o projeto. Segundo Ferreira, a empresa alegou problemas de capital para dar continuidade, uma vez que a obra demorou para começar e ficou desatualizada em relação ao valor pela qual foi licitada. Outro entrave, destacou o secretário, é o tempo que o governo demora para liberar os pagamentos com relação às medições realizadas.

 

Ferreira informou que os técnicos do Planejamento informaram o percentual de 48% a 50% já construído na UPA. Agora, os profissionais verificarão o que ainda precisa ser realizado para encaminhar a licitação. O secretário disse que, por ser um ano eleitoral, não é possível dar continuidade à licitação neste ano, tendo que transferir para 2017 o procedimento. Ferreira admitiu que não há um prazo de conclusão da obra da UPA, mas afirmou que a prefeitura pretende terminar a construção. O que se trabalha, conforme dados técnicos, é com a previsão de que, se tudo correr dentro do previsto, a obra possa estar sendo entregue no começo do segundo semestre.

 

O secretário de Planejamento disse que a mudança de local da UPA, inicialmente prevista para ser construída nos fundos do Hospital, e depois transferida para o atual terreno na avenida Sebastião Amoretti, pode ter atrapalhado o projeto com relação aos seus prazos. Mas, segundo Ferreira, a mudança era uma exigência, tendo em vista orientação legal de que unidades não podem ser erguidas próximas a hospitais. Ferreira acrescentou que, após o prédio estar pronto, outro entrave será a operacionalização da UPA, com a compra de equipamentos e a contratação de pessoal. Ressaltou que a unidade terá que fazer atendimentos regionais, enquanto os custos, em sua maioria, serão suportados pela administração taquarense.

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