A previsão é de as empresas tenham aumento de 25% na sua força de trabalho. Segundo a presidente do Sindicato do Comércio Varejista do Vale do Paranhana, Mônica Heidrich, para cada dez funcionários, poderá haver a contratação de dois a três temporários. Ela lembrou que sempre há chances de pelo menos metade deste número ser efetivado, por mostrar um bom desempenho e habilidades. Para quem é empregador, a legislação prevê a isenção de FGTS, no caso de demissão sem justa causa. Além disso, o emprego temporário não gera estabilidade em auxílio doença, acidente de trabalho e licença maternidade, além de possibilitar a redução de encargos sociais. Mônica enfatiza que quando o profissional é atencioso naquilo que faz, o empresário não vai perdê-lo. Por isso, na avaliação dela, o emprego temporário acaba se constituindo numa forma de descobrir novos talentos.


