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Simers e Conselho Municipal de Saúde querem rigor na fiscalização das contas do Instituto Vida

Na última terça-feira, 31, o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) acompanhou a reunião do Conselho Municipal de

Na última terça-feira, 31, o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) acompanhou a reunião do Conselho Municipal de Saúde de Taquara que havia requisitado algumas informações ao ISEV (Instituto Saúde e Educação Vida). O Conselho, que recebeu respostas parciais, deliberou por unanimidade o encaminhamento da ata da reunião para o Ministério Público, Ministério Público Federal, Tribunal de Contas, autoridades policiais no âmbito estadual e federal visando a apuração do que consideraram possíveis ilícitos decorrentes da contratualização entre ISEV/Estado/Município e porque há convicção por parte dos conselheiros de que são muitas as irregularidades na gestão do hospital Bom Jesus, que não mandou representantes ao encontro, assim como o ISEV, gestor da casa de saúde.

O SIMERS informou que reforçará o pedido ao CREMERS para que o Conselho seja rigoroso na fiscalização das condições de exercício profissional e apure eventuais faltas éticas, na medida de sua competência.

Entenda o fato:

O SIMERS vem dando assistência jurídica aos médicos do hospital Bom Jesus de Taquara desde o início do mês de setembro. No dia 11 de setembro, o corpo clínico, com o amparo do sindicato, suspendeu os atendimentos eletivos e ambulatoriais. A interrupção, afirma o Sindicato, foi provocada pela falta de estrutura como materiais e medicamentos para o atendimento da comunidade, bem como pelo atraso de quatro meses nos pagamento dos honorários médicos. O ISEV administra a casa de saúde desde abril de 2016 e, desde que assumiu a gestão os médicos dizem que são reiteradas as faltas de materiais e os atrasos nas remunerações.