O anúncio de mais 600 cortes de postos de trabalho, feito pela empresa Vulcabras/Azaléia na semana passada, levou o sindicato dos sapateiros de Parobé a apelar ao Governo Federal. Na terça-feira 28, o presidente da entidade, João Nadir Pires, viajou a Brasília para reivindicar a concessão de duas parcelas adicionais do seguro-desemprego aos demitidos, a exemplo do que já foi feito anteriormente com trabalhadores de outros estados.
O secretário de Desevolvimento Econômico de Parobé, Enio Terra, reconheceu que o corte de postos gera efeitos sociais e econômicos para a cidade. “Diminuindo a produção, cai a arrecadação do município, enquanto os problemas aumentam”, sentenciou. Contudo, ele observou que felizmente outra empresa local (Bottero) está abrindo 400 novas vagas, amenizando um pouco o impacto das demissões.
Ainda na segunda-feira 27, sindicalistas lideraram um protesto (foto) junto aos pavilhões da Azaleia, quando proclamaram várias queixas contra a atual direção da empresa, acusando-a de exploração e desrespeito para com a história da própria organização.
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