As histórias das Sociedades de Canto se confundem com as dos imigrantes germânicos colonizadores do Sul do Brasil. Na região não foi diferente. Com uma forte herança cultural, logo os colonos desenvolveram formas de interagir socialmente, confraternizando entre as famílias vizinhas de uma ou mais localidades. As Sociedades de Canto surgiram dentro deste contexto, sendo construídas em terrenos que, geralmente, eram doados por algum sócio mais abastado da comunidade.
Todas as festividades realizadas nas Sociedades contavam com apresentações de um grupo de coral, uma tradição que veio com os imigrantes. Com o passar do tempo, os corais foram recebendo convites para se apresentarem em festividades familiares e em cultos religiosos, além de velórios e enterros. A partir desses encontros, foram surgindo outros grupos pela região, originando as festas de “Encontros de Corais”.
Apesar das grandes distâncias que separam as localidades, os colonos se deslocavam utilizando veículos de tração animal para transportar parentes, vizinhos e amigos, saindo de casa antes de raiar o dia.
Conheça mais sobre a história das sociedades na edição impressa no Panorama de 21 de fevereiro! Desta vez, saiba mais sobre a Associação Comunitária Coro Misto, de Três Irmãos (foto). Nas bancas!


