O produto, que foi a venda pela primeira vez em 1686, tem sua demanda aumentada no verão. Porém, nesta época do ano, as vendas diminuem devido ao período de férias. Em quase toda as esquinas da rua Júlio de Castilhos é possível avistar uma máquina de sorvete expresso. Ao cruzar a extensão central da principal rua de Taquara é possível avistar pessoas de todas as idades com um sorvete em mão.
De acordo com a atendente Juliana Voltz, de 25 anos, as vendas do produto costumam aumentar consideravelmente neste período do ano, tanto que a proprietária de uma casa lotérica resolveu investir no filão. Orcíria Rejane Strottemann decidiu diversificar os negócios, colocando uma máquina de sorvetes defronte de sua agência. Já o comerciante Irineu Felimberti, que atua no ramo há oito anos, disse que em janeiro o movimento costuma cair um pouco. Segundo ele, o fato acontece em razão de Taquara ser muito próxima ao Litoral, e que os seus maiores consumidores continuam sendo as crianças.


