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Taquara terá cursos de qualificação profissional

Uma parceria entre a iniciativa privada e o poder público vai possibilitar a oferta de novos cursos de qualificação profissional

Uma parceria entre a iniciativa privada e o poder público vai possibilitar a oferta de novos cursos de qualificação profissional em Taquara. O acordo foi fechado entre as instituições que gerenciam o Programa Nacional do Ensino Técnico (Pronatec) e a Citral. O objetivo é a formação de novos profissionais nas áreas de mecânica de motores a diesel, mecânica de ar-condicionado automotivo e eletricista de veículos de carga e passageiros.

O assunto foi tratado em reunião na segunda-feira, entre o diretor da Citral, Ricardo Neumann, e os demais representantes do programa. Segundo o empresário, existe uma carência de profissionais capacitados para atuarem nestas áreas em Taquara. A falta de mão de obra fez com que a empresa se coloque à disposição para a oferta dos cursos profissionalizantes, cujo início está previsto para abril. A Citral disponibilizará duas salas para os cursos teóricos e toda sua estrutura física e ferramental para a realização das aulas práticas.

Para a inscrição no curso de eletricista, que terá duração de 160 horas/aula, o candidato deve ter ensino fundamental completo. Nos demais cursos, os candidatos devem ter a quinta série do ensino fundamental. É possível que o estudante participe de mais de um curso, desde que não sejam concomitantes. As inscrições podem ser feitas junto à Secretaria de Assistência Social e Habitação, na rua Ernesto Alves. Os candidatos também devem ter mais de 16 anos, estarem inscritos no cadastro único do governo federal e a renda familiar não poderá ser maior do que R$ 1,6 mil.

Para Ricardo Neumann, a qualificação do colaborador, em qualquer função na empresa, é fundamental para a satisfação do cliente. O diretor-geral da Assistência Social, Jussiê Teixeira, ponderou que, no ano passado, além do limite de idade, os cursos eram direcionados somente às pessoas beneficiadas pelo Bolsa Família. “Hoje os únicos que têm prioridade são as pessoas com deficiência”, observou.

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