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Taquarense viu de perto o horror de Santa Maria

O Rio Grande do Sul nunca viveu nada igual. De uma hora para outra, na madrugada do domingo, o que

O Rio Grande do Sul nunca viveu nada igual. De uma hora para outra, na madrugada do domingo, o que era para ser a diversão de centenas de jovens, transformou-se na maior tragédia registrada no Estado. Todos buscavam alegria, mas não sabiam que tinham se metido numa arapuca chamada Boate Kiss, em Santa Maria. Após um conjunto de irresponsabilidades, desde a falta de fiscalização até a inconsequência do uso de um sinalizador pirotécnico num ambiente fechado, os gaúchos mergulharam na dor com 235 pessoas mortas, sem falar nos muitos que ainda estão em atendimento nos hospitais.

Todo este cenário foi visto de perto pela taquarense Indrid Ávila de Freitas (foto), 20 anos, que há três mora em Santa Maria. Ela se mudou para a Região Central do Estado para estudar, assim como faz a maioria dos estudantes. Atualmente, cursa prótese dentária na Universidade Federal de Santa Maria e trabalha no ramo com dois dentistas. Em Taquara, Ingrid morava na rua Federação. Seus pais, até hoje, moram em Taquara, mas não no mesmo local, uma vez que um incêndio destruiu a casa do pai Vivaldo Pedroso de Freitas e da mãe Regina Helena Bittencourt de Ávila.

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