Polícia

Taxista desaparecido em Rolante não seria o alvo de traficantes, diz delegado

Segundo a Polícia Civil, ele não era o alvo dos bandidos.
Casa em que a vítima teria sido morta e torturada foi descoberta na investigação em Portão. Divulgação/PC

A Polícia Civil de Rolante considera esclarecida a investigação sobre o desaparecimento do taxista Sérgio Jaime Bernardes, 64 anos. Em coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira (9), na sede da Delegacia Regional de São Leopoldo, o delegado Vladimir Medeiros, responsável pelo inquérito, informou que a vítima não era o alvo dos bandidos, mas acabou sendo interceptado pelos criminosos na Estrada do Morro da Figueira. Depois, foi levado até Portão, onde teria sido torturado e morto. Três pessoas foram presas até o momento na investigação da Polícia Civil.

O delegado informou que o taxista teria sido enterrado em uma área de mata, mas desenterrado em seguida, colocado em um carro e incinerado. Há suspeita de que o corpo encontrado dentro de um veículo, em Canoas, no sábado passado, pode ser do taxista. Um traficante preso em Portão relatou à Polícia que Bernardes foimorto dias depois de ser capturado. Os investigadores ainda aguardam o resultado do exame de DNA para confirmar a identidade do corpo encontrado queimado em Canoas.

Mais informações no decorrer do dia.

Presos apresentados pela Polícia Civil de Rolante em coletiva na Delegacia Regional de São Leopoldo. Alan Júnior/Jornal Panorama