Polícia

Testemunha de acidente fatal na 115: “a pior coisa que vi na vida”

“Em um segundo a vida se vai, o corpo se vai, o carro se vai….” A frase escrita pela biomédica

acidente-com-morte“Em um segundo a vida se vai, o corpo se vai, o carro se vai….” A frase escrita pela biomédica Ana Clara Grings (24) num e-mail distribuído a amigos (confira a íntegra na edição desta semana do Jornal Panorama) traduz o impacto causado por mais uma tragédia do trânsito no Vale do Paranhana. A igrejinhense transitava pela ERS-115 no início da tarde da segunda-feira 12, quando deparou com um corpo sem vida sobre as ferragens de um carro destruído na colisão contra um caminhão (foto).
Ao Panorama, para onde também enviou seu e-mail e uma foto feita com o próprio celular, Ana Clara contou que ficou abalada com o impacto da imagem. “Como sou biomédica, achei que podia ajudar e corri até lá. Mas não adiantou. Presenciei uma cena que nunca vou me esquecer. Foi a primeira vez que me deparei com algo assim”, relatou Ana Clara.  No acidente, ocorrido na divisa de Taquara com Igrejinha, morreu o três-coroense Anecy Félix, de 58 anos. Ele conduzia o automóvel Vectra, que bateu de frente contra o caminhão com placas de Caxias do Sul.

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