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Vale do Paranhana cria 268 empregos em novembro e chega a 5,4 mil vagas no ano

Balanço do governo federal mostra que Taquara lidera a geração de empregos em 2021.

O Vale do Paranhana fechou o mês de novembro com a geração de 268 vagas de emprego com carteira assinada. Os números são do governo federal e foram divulgados na quinta-feira (23/12) pelo Ministério do Trabalho. São apurados por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), um instrumento de preenchimento obrigatório por parte das empresas. A estatística mostra, ainda, que, até novembro, os seis municípios da região abriram 5.404 vagas formais de emprego.

A evolução mensal do mercado de trabalho mostra o impacto da pandemia. Janeiro e fevereiro começaram com crescimento significativo na criação de empregos formais, mas, depois, nos meses de março, abril e maio despencaram as vagas na região. Nestes três meses, houve um recrudescimento da pandemia, inclusive com o novas restrições às atividades. A partir de junho, a economia começou a recuperação, com aceleração do ritmo a partir de julho. No mês passado, entretanto, houve uma queda na evolução da geração de empregos. Abaixo, o gráfico com a evolução mensal da criação de empregos na região.

No desempenho por municípios em novembro, a liderança na criação de empregos foi de Parobé, seguido de Taquara. Igrejinha, embora teve saldo positivo, criou apenas quatro vagas no mês passado. Riozinho, Rolante e Três Coroas fecharam novembro com saldo negativo (veja tabela abaixo).

Fazendo a análise do ranking regional durante todos os meses do ano(tabela abaixo), a liderança na geração de empregos formais é de Taquara. Depois, aparece Igrejinha, seguido de Rolante, Três Coroas, Parobé e Riozinho.

Setores econômicos

No recorte por setor da economia, durante o ano de 2021, a indústria segue responsável pela criação da maior parte dos empregos da região. Depois, aparece o setor de serviços, o comércio e a agropecuária. A construção civil está com saldo negativo no Paranhana (veja tabela abaixo).

Fonte: Ministério do Trabalho | CAGED