Como surgiu o interesse de trabalhar na educação? Sempre sonhei em ser professora. Quando era criança, minha brincadeira preferida era a de aulinha, imaginar que estava em uma sala de aula, lecionando. Como queria muito ser professora, e com o incentivo de meu pai, ingressei no magistério, no Colégio Santa Teresinha e comecei a atuar cedo. Me encontrei em minha carreira e hoje gosto muito de estar na escola, onde passo cerca de 12 horas por dia.
E qual foi sua trajetória profissional? Logo que fiz o estágio fui contratada para trabalhar na mesma turma, na escola João Martins Nunes, em Taquara. Permaneci ali por quatro anos, de onde saí como vice-diretora, quando fui chamada para meu concurso em Igrejinha. Na cidade, trabalhei por cinco anos como professora na escola do bairro Lajeadinho e depois coordenei outro educandário. Mais tarde assumi a direção de uma escola infantil e retornei para a Lajeadinho. Neste período, fui convidada a trabalhar na coordenação da Unipacs, onde atuava como secretária. Já minha história na Apae iniciou em fevereiro de 2014, quando fui aprovada em uma seleção e, desde então, faço parte desta família maravilhosa.
Atualmente você tem uma rotina extensa, trabalhando em três funções diferentes e em três instituições. Como é isto para você? É uma correria organizada, onde conto com a parceria do meu marido, que divide as tarefas de casa comigo. Profissionalmente, tenho funções e públicos diferentes, o que me proporciona a vivência de professora, e também de coordenadora, que está do outro lado, e isto gera um crescimento constante. Além disso, sou muito feliz por ter ao meu lado pessoas generosas e profissionais. Aprendo muito com todos, professoras, diretoras, e também com os alunos.Como você se define? Uma pessoa dinâmica, que não deixa se abater ou desanimar.
O que gosta de fazer em seu tempo livre? Adoro cozinhar, é o meu hobby. Acredito que a cozinha une as pessoas e ela me desestressa. Também gosto muito de ler e de dirigir.
Quais são suas obras literárias favoritas? Gosto muito de O Tempo e o Vento, de Érico Veríssimo. Também de livros de Lucinda Riley, Emily Giffin e Nicholas Saparks.
Quem você tem como exemplo? Meus pais. Apesar de serem simples e terem de parar de estudar cedo, sempre incentivaram os filhos a continuar avançando. As pessoas aprendem mais com os exemplos do que com as palavras, e em casa eu vivi isto, pois aprendi valores, a fazer tudo pelo certo, a acreditar no bem. Perdi meu pai há três anos e sempre fomos muito próximos, e o trabalho tem me apoiado a elaborar esta perda.
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