Perfil

WALTER LUIZ DE OLIVEIRA BOEIRA

Conte um pouco sobre sua trajetória profissional: Comecei a trabalhar bastante cedo, quando tinha uns 13 anos, com meu pai.

Conte um pouco sobre sua trajetória profissional:
Comecei a trabalhar bastante cedo, quando tinha uns 13 anos, com meu pai. Ele possuía uma elétrica com seus irmãos em Taquara, a Boeira e Cia Ltda. Estudando Eletrotécnica no Cimol, abri meu negócio em Sapiranga antes mesmo de me formar, quando tinha 19 anos. Aos 20, fui convidado para dar aula na Escola Técnica Monteiro Lobato. Em 1980, fui trabalhar na Furnas Centrais Elétricas, em Minas Gerais. Lá fiz um curso de aperfeiçoamento e fui atuar na Usina de Itaipu, em seu sistema inédito que levava energia até São Paulo. Depois de passar um ano e meio em Minas, fui para Foz do Iguaçu trabalhar na instalação e montagem de uma sub-estação, como chefe da equipe de manutenção. Em seguida, voltei para a região para cuidar dos negócios do pai com meus irmãos. Pedro, que havia viajado comigo, Aldo, Ivan e Angela também são formados em Eletrotécnica. Depois, vi a oportunidade de abrir um negócio em Parobé e assim o fiz, iniciando minha empresa em 1996.

Como aconteceu seu envolvimento com o Rotary?
Já em Parobé, eu e minha família ajudávamos uma ONG de Taquara que atuava prestando auxílio a famílias em vulnerabilidade social e que possuíam deficientes entre seus membros. Inclusive, nos envolvíamos em campanhas para a realização deste trabalho. Nelsi Hartz ficou sabendo de nossa atuação e convidou para que entrássemos no Rotary, isso em 2009. Lá, como membro, já trabalhei nos projetos humanitários e, em 2013, como vice-presidente e diretor no departamento de quadro associativo. Agora, sou o presidente.

O trabalho desenvolvido no Rotary lhe consome tempo e dedicação. O que lhe fez ficar no clube?
Poder fazer algo por alguém, seguindo nosso lema que diz: fazer o bem, sem olhar a quem. Não interessa quem é, trabalharemos em prol desta pessoa, família ou causa. É algo que exige dedicação integral, mas é extremamente gratificante, principalmente quando vemos os resultados, tendo a certeza que tudo valeu a pena.

Como você se define?
Uma pessoa dedicada ao que faz. Gosto de atuar, decidir, fazer a diferença. Bom, também sou um tanto teimoso.

O que gosta de fazer em seu tempo livre?
Passear com a família.

Que tipo de programa costuma fazer com a esposa, filhos e netos?
Gosto muito da natureza. Há algum tempo, fazíamos acampamentos longos. Ficávamos 15 dias em um campo, ou na beira de um rio. Era muito bacana.

Um sonho:
Viver tranquilo no meu sítio. Lá é um lugar quieto, bonito, com uma nascente d’água.

Deixe uma mensagem aos leitores do jornal:
“Bom, sempre digo às pessoas para que façam aquilo que realmente gostam. Quem fizer isto, e for dedicado, será bem sucedido, não só financeiramente, mas como ser humano. Independente do que seja, o importante é que este algo seja feito para si, e não buscando a aprovação de terceiros.”

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